Pontos principais
Há algumas semanas, a CDK Global, fornecedora de software com 15.000 concessionárias de veículos clientes na América do Norte, sofreu ciberataques consecutivos, derrubando agendamentos, registros e outros serviços de milhares de clientes por vários dias. O ataque à CDK Global é também o incidente cibernético mais recente a impulsionar discussões mais amplas em todo o setor sobre os riscos de cadeia de suprimentos criados por criminosos cada vez mais implacáveis e agressivos.
O Axios publicou uma boa análise do caso, explorando como “a CDK é a vítima mais recente de uma longa série de ciberataques neste ano que começaram com um único fornecedor de tecnologia e se espalharam para centenas, se não milhares, de incidentes em todo um setor” (talvez você se lembre dos efeitos colaterais do ciberataque bem-sucedido à Change Healthcare no início deste ano, que derrubou pagamentos, verificações de elegibilidade e atendimento de receitas na saúde por semanas — mesmo depois de a empresa ter desembolsado um resgate gigantesco de US$ 22 milhões).
Na minha visão, o incidente deixa algo claro: é mais um lembrete, nada animador, de que o gerenciamento de patches importa, sobretudo quando criminosos buscam explorar cadeias de suprimentos interconectadas e um número crescente de endpoints expostos.
Defesa em profundidade começa pelo gerenciamento de patches
O gerenciamento de patches é essencial para uma estratégia de defesa em profundidade bem-sucedida. Boa parte dos incidentes cibernéticos de hoje começa com a interação de usuários com e-mails de phishing (segundo a Egress, 94% das organizações foram vítimas de ataques de phishing em 2023). Some isso a endpoints mal atualizados e temos a receita do desastre.
Com frequência, vemos adversários se moverem lateralmente pela organização aproveitando um ambiente mal atualizado. E isso pesa muito: à medida que as organizações e seus parques de endpoints evoluem, crescem e se expandem, acompanhando tendências como trabalho de qualquer lugar e BYOD, ou encolhem por consolidação e corte de custos, é indispensável dominar o básico, como aplicar patches com regularidade.
Infelizmente, muitas organizações ainda não aplicam patches regularmente e ficam totalmente expostas a ameaças cada vez mais graves e interligadas. Aliás, alguns anos atrás, a ServiceNow constatou que vulnerabilidades sem patch respondem diretamente por 60% de todas as violações de dados!
As organizações precisam acertar no gerenciamento de patches para sustentar uma defesa em profundidade. Para isso, porém, é preciso contar com soluções que facilitem descobrir ativos desconhecidos e não autorizados, avaliados e gerenciados rapidamente pelas equipes de TI antes que causem danos. As equipes também precisam de soluções capazes de capturar os patches que cobrem segurança e vulnerabilidades, deixando de fora os patches de ferramentas ou utilitários que não apresentam vulnerabilidade (e que podem gerar novos problemas para a TI).
Felizmente, o NinjaOne Network Management System (NMS) ajuda em tudo isso e muito mais. Ele dá às organizações visibilidade total do parque de TI e de endpoints para antecipar e corrigir riscos conforme o negócio cresce, automatiza a aplicação de patches (economizando tempo e recursos da TI e garantindo que os patches sejam executados sem interromper o serviço do host) e libera tempo para treinamento, deixando as equipes de TI mais preparadas para lidar com incidentes cibernéticos quando eles inevitavelmente acontecerem.
No fim das contas, um gerenciamento de patches eficaz é peça-chave de uma estratégia sólida de resiliência cibernética. Entender todo o perfil de risco da rede e dos endpoints e treinar bem a equipe para conter eventos cibernéticos quando acontecem são componentes críticos da defesa em profundidade!
Quer entender melhor como NinjaOne simplifica a aplicação de patches? Confira nosso FAQ sobre gerenciamento de patches.